3 de dez. de 2009
De repente, o Flamengo
Quando menos se espera, o Flamengo me domina. "Menos" talvez não seja a palavra mais apropriada, já que estamos em primeiro no campeonato e o jogo decisivo é daqui a três dias. Mas, quando digo "quando menos se espera" é porque não sabia, não tinha noção de quanto o Flamengo me afeta. Não consegui dormir antes das 4 horas da manhã nenhum dia dessa semana. Meu sono é uma bagunça. Hojé é quinta, ainda faltam 3 longuíssimos dias pra hora H! Esqueço músicas, livros, filmes, e tudo que eu penso é o maracanã lotado, 90 mil entoando o mesmo canto, vibrando como loucos, todos pequeninos, ínfimos diante da grandeza do Clube de Regatas do Flamengo. Todos juntos em torno do mesmo objetivo: o FLAMENGO HEXA CAMPEÃO NACIONAL. Pra isso, basta vencer! Vamos pra cima, Mengão! Jogadores, sem pipocar, sem dar uma de herói, sem palhaçadinha nenhuma! Ouviu, Juan? Ouviu, Bruno? Adriano? Vamos dar tudo, tudo tudo que pudermos dentro de campo porque fora não precisa nem falar nada. A festa está pronta! Sem vacilos, a gente chega! Assumimos a liderança na hora certa! Vâm q vamo!Vaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamo, Flamengo!
23 de nov. de 2009
If You Gotta Go, Go Now!
Como prometido no subtítulo (será que é assim que se escreve? Essa reforma ortográfica fudeu tudo!) do blog, coisas para ver, OUVIR e ESCUTAR!
Vídeo de um show na Barra da Tijuca, no Rio Rock Blues!
Cover do Bob Dylan...
Vídeo de um show na Barra da Tijuca, no Rio Rock Blues!
Cover do Bob Dylan...
3 de nov. de 2009
Ritmo
Roubados os sonhos,
Repetidos os erros,
Restam esperanças
Rastros de bons momentos
Riem de nós, mas
Refutam desistência
Reassumem a luta,
Resgatam da fonte
Rajadas de raios
Vivos.
Repetidos os erros,
Restam esperanças
Rastros de bons momentos
Riem de nós, mas
Refutam desistência
Reassumem a luta,
Resgatam da fonte
Rajadas de raios
Vivos.
Quero
Quero te amar por toda eternidade
Quero-te por toda eternidade
Quero te pôr toda a eternidade
Quero toda a eternidade
Quero-te em terna idade
Quero-te inteira
saudade
Quero-te por toda eternidade
Quero te pôr toda a eternidade
Quero toda a eternidade
Quero-te em terna idade
Quero-te inteira
saudade
O fim de um amor
o cigarro no canto da sua boca,
que antes eu achava charmoso,
hoje eu acho desesperado.
que antes eu achava charmoso,
hoje eu acho desesperado.
RECO-RECO
Uma festa anômala. No meio de uma casa, um quintal e uma roda de samba esquisita, sinistra. Um negro azul virava os pés enquanto sapateava. Seus ombros saíam do lugar freqüentemente, indo cada um prum lado. No meio dessa dança leve, seus dedos cresciam e erguiam o pandeiro aos céus, sem perder o ritmo. Sem falar dos olhos, que tinham as pupilas do tamanho das orelhas, saltando pra fora de sua remexida face.
Uma linda menina sentada ao canto, recolhida em si mesma, de lenço vermelho nos cabelos e vestido preto sobre a pele, olha pra seus joelhos de maçã. Enquanto isso, uma galinha d’angola pula e grita sem parar, esbaforida e insaciável, soltando intermináveis penas azuis e verdes, que não demorariam muito para cobrir o lugar inteiro.
O som não parou e as penas pareciam dançar também. E assim, com tudo e todos bicoloridos de verde e azul, começou uma roda de capoeira. Os jogadores voavam e flutuavam e pousavam de volta ao chão. O berimbau, já descoberto, tomou a forma e a luminosidade de uma lua decrescente. E, a cada toque, intensificava-se seu brilho.
De repente, uma cortina vermelha enorme vem caindo do céu e cobre a cena. Estranhamente, ela vai-se adaptando ao chão, até ficar completamente lisa e acomodada. Os personagens somem. E a narrativa segue o exemplo.
Uma linda menina sentada ao canto, recolhida em si mesma, de lenço vermelho nos cabelos e vestido preto sobre a pele, olha pra seus joelhos de maçã. Enquanto isso, uma galinha d’angola pula e grita sem parar, esbaforida e insaciável, soltando intermináveis penas azuis e verdes, que não demorariam muito para cobrir o lugar inteiro.
O som não parou e as penas pareciam dançar também. E assim, com tudo e todos bicoloridos de verde e azul, começou uma roda de capoeira. Os jogadores voavam e flutuavam e pousavam de volta ao chão. O berimbau, já descoberto, tomou a forma e a luminosidade de uma lua decrescente. E, a cada toque, intensificava-se seu brilho.
De repente, uma cortina vermelha enorme vem caindo do céu e cobre a cena. Estranhamente, ela vai-se adaptando ao chão, até ficar completamente lisa e acomodada. Os personagens somem. E a narrativa segue o exemplo.
26 de out. de 2009
Abajur
E como quem oferece uma taça de Bordeaux
A um ex-alcoólatra,
Dei um beijo apaixonado
Nessa viúva, carcomida
De
Três
amores.
A um ex-alcoólatra,
Dei um beijo apaixonado
Nessa viúva, carcomida
De
Três
amores.
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